quarta-feira, janeiro 31, 2007

9 comentários:

  1. Isto não implica que, até ao dia 11, não possamos tentar mudar o sentido de voto da proprietária :)
    :)

    JoooGoo

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  2. Tentar...pode-se sempre. Mas, eu estou muito decidida há já bastante tempo.
    :)

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  3. Como já tive oportunidade de dizer, invejo-lhe a firmeza nas convicções e a clareza nas palavras. Por isso, vou optar por outra técnica de persuasão:

    Se pedir, com muito jeitinho, para votar “Não” você vota?

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  4. Não. Lamento... estou mesmo muito decidida e em paz com a minha opção de voto.

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  5. Ok… bem me parecia que “pedindo com jeitinho” não ia lá :)

    Posso sempre usar outro tipo de argumentação como por exemplo:

    Votando “Sim” estará a criar um problema grave no seio da ordem dos médicos, cujo código deontológico impede que se faça um aborto a não ser em casos de mal formação do feto, perigo de vida para a mãe ...

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  6. Eu sei. Mas isso é um problema que terá que ser ultrapassado. Terão que rever o código e aqueles que assim o entenderem poderão sempre alegar não o fazer por questões de consciência.

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  7. Ouvi hoje um argumento pelo sim cuja fria racionalidade me deixou desconcertado:

    -- Se uma violação serve para justificar um aborto, então, qualquer coisa serve, porque o feto não conhece, nem é responsável pelas condições nas quais foi gerado.

    E esta hem?

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  8. Não se deve ser assim tão frio, porque para a mulher, levar a termo uma gravidez resultante de uma violação deve ser de facto muito doloroso e complicado. no entanto, trata-se na mesma de um feto.

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  9. De facto, ninguém questiona o aborto em caso de violação. O problema é que se nessas circunstâncias não se protege o feto, porque devemos protege-lo noutras?

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